terça-feira, 28 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
SANTA CASA DE MISERICÓDIA: Hospital está completando 160 anos de existência
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Origem do sobrenome Melo:
Sobrenome português toponímico, em documentos antigos foi grafado como "Merloo". Vem de "Merlo" (espécie de ave), por assimilação do r com o l tornou-se Mello. Os Mellos são de uma das mais antigas das nobres famílias de Portugal. Descende esta família da linhagem dos de Riba de Vizela. D. Soeiro Reimondo de Riba de Vizela que em princípios do século XII vivia na sua quinta de Aguiar, freguesia de S. Cosme, conselho de Gondomar, junto ao porto, foi rico-homem e casou com D. Urraca Viegas. Foi chamado o Merlo, foi chefe de linhagem de Riba de Vizela e, por esta via, da dos de Maia. Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia. Do seu casamento com D. Urraca Viegas, filha de D. Egas Gomes Barroso e de sua mulher D. Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo. Assim, de seu filho D. Mendes Soares, que lhe sucedeu como Senhor da vila de Melo, provém a família Melo. De seu outro filho, Pedro Soares, provém a família Alvim. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas [famílias], a de Belchior de Melo, que deixou geração, do seu casamento no Rio, em 1618, com Antônia de Noronha; e de Antônio de Melo Coelho, que deixou geração, do seu casamento no Rio, em 1618, com Luzia Froes, fal. no Rio, em 1658 (Rheingantz, ii, 581). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro.
Mantem-se, na atualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de se saber com exatidão quem assim assina ou está registrado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, Melo.

BRASÃO: De vermelho, com dobre-cruz de ouro, acompanhada de seis besantes de prata, e bordadura do segundo esmalte. Timbre - Uma águia estendida de negro, besantada de prata.
Mantem-se, na atualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de se saber com exatidão quem assim assina ou está registrado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, Melo.
BRASÃO: De vermelho, com dobre-cruz de ouro, acompanhada de seis besantes de prata, e bordadura do segundo esmalte. Timbre - Uma águia estendida de negro, besantada de prata.
4° Festa Julina dos Bairros Vista Alegre e São Francisco
Depois do Carnaval, as Festas Juninas e Julinas são
evento mais consagrados no território nacional.
As ruas, praças e escolas de muitas cidades são decoradas com bandeirinhas coloridas e, em barracas montadas ao ar livre,
são servidas comidas e bebidas típicas.
Entre os quitutes, estão a paçoca, o pé-de-moleque, rapadura, pipoca, o milho verde, o amendoim torrado, batata doce, canjica, o doce de abóbora, o arroz doce e, para os adultos, quentão e vinho quente. Também são comuns brincadeiras como pescaria, argolas e tiro ao alvo e danças tradicionais, como a quadrilha.
Encerrando as férias, aconteceu nos Bairros Vista alegre e São Francisco a 4° festa Julina com muita gente bonita e muita animação com a organização de um competente profissional Pablo Aprígio e sua equipe .
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Bateu aquela tristeza?
Posted: 16 Jul 2012 03:34 AM PDT
Não se perca em seus
sentimentos
As expressões "estou triste" ou "estou
deprimido" parecem tão comuns em nossos dias, mas pouco paramos para
pensar no que nos leva a esses "estados de tristeza".
Mais ainda: algumas pessoas pensam tanto nela, que alimentam, eternamente, um
sentimento que, usualmente, representaria e expressaria apenas uma fase
passageira de sua vida.
Situações difíceis e estressantes exigem de nós uma capacidade de adaptação que nos permite voltar a alcançar um estado emocional normal. Pensar naquilo que é positivo é uma forma de superar os momentos de tristeza sem negá-los, mas, também, sem valorizar fortemente tal situação. Buscar atividades sociais, esportivas e de lazer também são formas externas de lidar com este sentimento.
Estar triste e sentir tristeza são condições psicológicas que fazem parte da vida humana, e não há por que temer vivenciar tal estado. Sentir dor pela perda, viver o luto, terminar um namoro, ter frustrações nas amizades e experimentar que a vida não é feita só de alegrias é o conjunto dinâmico e equilibrado da vida. Porém, muitas vezes, desenvolvemos respostas emocionais negativas e, a partir delas, tudo se torna uma tristeza constante; ou mesmo criamos nossos filhos deixando-os "protegidos" de qualquer ameaça.
Depressão é muito mais do que uma tristeza, mas esta, se for
cultivada e excessivamente valorizada, pode se tornar uma doença. Ficar triste
faz parte da vida, não precisa de tratamento e nos permite experimentar o lado
bom e o ruim da vida. Muitas pessoas evitam, a todo custo, o sofrimento ou
mesmo evitam que as pessoas ao seu redor sofram. Com isto, apenas alimentam uma
vida de conto de fadas. O tempo da tristeza é relativo e está bastante
relacionado ao tipo de situação que vivemos.
Por outro lado, pense no seguinte: nosso tempo nos coloca um ritmo para que vivamos os processos da vida sem dor, sem sofrimento e com muita rapidez. Não admitir a armagura é um mecanismo de defesa, algo que nos protege, que faz com que evitemos as situações.
O que a tristeza tem para nos ensinar? Nem toda melancolia é depressão, nem tudo é curado com remédios. Encarar as situações negativas com serenidade, observando os fatos e as consequências é muito importante. Quando admitimos que somos parte de um problema, podemos rever nossas atitudes e crescer. Ao fazer o papel de vítima – que pode ser mais confortável e bastante cômodo – não assumimos nossas culpas e "terceirizamos" nossos os problemas. Sempre haverá um culpado, uma situação difícil ou coisa assim. Mas vale lembrar também o quanto algumas pessoas têm uma visão extremamente negativa de si, sem perceber nada de positivo no que fazem, olhando o mundo por um olhar altamente crítico, negativo; apenas valorizando as desolações.
A satisfação é feita de frustrações, de perdas e dores. Evitar o sofrimento é como "negar" uma parte importante da vida e experimentar apenas o imediato, a necessidade urgente de estar melhor, as alegrias de um mundo que cultiva o imediatismo e o prazer de uma vida fácil. Nesta reflexão, faço a você um novo convite: que possamos dar um significado às tristezas da vida sem fugir delas, mas saindo fortalecidos desta batalha, superando as dificuldades do momento, valorizando as experiências e retomando o ciclo normal de nossas vidas. Não há solução fácil, mágica ou imediata, mas é algo possível a partir da nossa iniciativa e nosso empenho, com uma forma diferente de encarar a vida.
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psicologia01@cancaonova.com
domingo, 15 de julho de 2012
Fibromialgia: tire suas dúvidas
A fibromialgia, doença que ataca partes do corpo como pescoço e costas, atinge mais mulheres do que homens. Descubra causas e tratamentos
Publicado em 10/10/2011
Carla Conte
Conteúdo do site BOA FORMA
A atividade física regular parece ser a grande forma de prevenção da fibromialgia
Foto: Dreamstime
Foto: Dreamstime
A fibromialgia, doença ainda sem cura, provoca dores generalizadas no corpo e atinge muito mais a ala feminina - de cada dez pessoas com fibromialgia, nove são mulheres.
No Brasil, o distúrbio leva quase cinco anos para ser diagnosticado, após a paciente ter consultado, em média, sete médicos.
No Brasil, o distúrbio leva quase cinco anos para ser diagnosticado, após a paciente ter consultado, em média, sete médicos.
Veja mais detalhes sobre esse problema e o que fazer para tratá-lo:
O que é?
Trata-se de uma síndrome classificada como um tipo de reumatismo de partes moles (ou seja, não afeta ossos e articulações), que provoca dores no corpo todo: pescoço, costas, mãos e pés, por exemplo. Outros sinais são sono não repousante, cansaço, dificuldade de memorização e concentração e alteração de humor. Também podem ocorrer enxaqueca e desarranjos intestinais. Em mais de 50% dos casos, a depressão acompanha o distúrbio.
Qual a origem?
A causa exata ainda é desconhecida. Estudos apontam que está relacionada ao stress, sedentarismo e a um defeito do mecanismo de controle da dor, situado no sistema nervoso. É como se o cérebro tivesse um termostato desregulado. "Por isso, as pacientes com fibromialgia apresentam maior sensibilidade à dor do que as outras pessoas", diz Eduardo Paiva, chefe do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná. "A dor é real e não fruto da imaginação, como alguns acreditavam no passado", completa o reumatologista Roberto Heymann, coordenador do Ambulatório de Fibromialgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Quem está mais suscetível a essa doença?
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, de 80% a 90% dos casos atingem mulheres, mas ainda não se sabe por que elas são as mais afetadas. Existe também uma tendência de ocorrer mais fibromialgia entre membros da mesma família.
Há como prevenir?
A atividade física regular parece ser a grande forma de prevenção. Porém, saber dosar o exercício e o repouso é um dos grandes desafios para as pacientes. "Quando se sentem melhores, muitas delas acabam abusando e aí passam a ter mais dor", afirma Eduardo. Dormir em um quarto escuro, sem barulho, e evitar ingerir substância que possam interferir no sono (café, por exemplo) também ajudam bastante a controlar a dor.
Que fatores desencadeiam o problema?
Trauma físico ou psicológico (como um acidente de carro, um assalto, uma separação ou a morte de algum parente), alteração de humor (ansiedade e depressão), stress, mudanças climáticas ou infecções virais podem ser o estopim para a problema surgir. Normalmente ele aparece em pessoas de 30 a 50 anos.
Qual é o tratamento?
O tratamento inclui remédios, como antidepressivos e neuromoduladores, que ajudam a reduzir a sensibilidade à dor. Mas também é essencial fazer psicoterapia. Algumas pacientes se beneficiam com acupuntura. A prática de atividade física - de preferência, aeróbica e sem impacto (como caminhada e hidroginástica), de três a quatro vezes por semana, por 30 minutos - ajuda a manter a dor sob controle. Alongamento também é recomendável.
Quando se deve procurar um médico?
Ao sentir dor em mais de uma parte do corpo por mais de três meses. O melhor médico a consultar nesse caso é o reumatologista - ele é o especialista que está mais apto a fazer um diagnóstico preciso.
O que é?
Trata-se de uma síndrome classificada como um tipo de reumatismo de partes moles (ou seja, não afeta ossos e articulações), que provoca dores no corpo todo: pescoço, costas, mãos e pés, por exemplo. Outros sinais são sono não repousante, cansaço, dificuldade de memorização e concentração e alteração de humor. Também podem ocorrer enxaqueca e desarranjos intestinais. Em mais de 50% dos casos, a depressão acompanha o distúrbio.
Qual a origem?
A causa exata ainda é desconhecida. Estudos apontam que está relacionada ao stress, sedentarismo e a um defeito do mecanismo de controle da dor, situado no sistema nervoso. É como se o cérebro tivesse um termostato desregulado. "Por isso, as pacientes com fibromialgia apresentam maior sensibilidade à dor do que as outras pessoas", diz Eduardo Paiva, chefe do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná. "A dor é real e não fruto da imaginação, como alguns acreditavam no passado", completa o reumatologista Roberto Heymann, coordenador do Ambulatório de Fibromialgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Quem está mais suscetível a essa doença?
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, de 80% a 90% dos casos atingem mulheres, mas ainda não se sabe por que elas são as mais afetadas. Existe também uma tendência de ocorrer mais fibromialgia entre membros da mesma família.
Há como prevenir?
A atividade física regular parece ser a grande forma de prevenção. Porém, saber dosar o exercício e o repouso é um dos grandes desafios para as pacientes. "Quando se sentem melhores, muitas delas acabam abusando e aí passam a ter mais dor", afirma Eduardo. Dormir em um quarto escuro, sem barulho, e evitar ingerir substância que possam interferir no sono (café, por exemplo) também ajudam bastante a controlar a dor.
Que fatores desencadeiam o problema?
Trauma físico ou psicológico (como um acidente de carro, um assalto, uma separação ou a morte de algum parente), alteração de humor (ansiedade e depressão), stress, mudanças climáticas ou infecções virais podem ser o estopim para a problema surgir. Normalmente ele aparece em pessoas de 30 a 50 anos.
Qual é o tratamento?
O tratamento inclui remédios, como antidepressivos e neuromoduladores, que ajudam a reduzir a sensibilidade à dor. Mas também é essencial fazer psicoterapia. Algumas pacientes se beneficiam com acupuntura. A prática de atividade física - de preferência, aeróbica e sem impacto (como caminhada e hidroginástica), de três a quatro vezes por semana, por 30 minutos - ajuda a manter a dor sob controle. Alongamento também é recomendável.
Quando se deve procurar um médico?
Ao sentir dor em mais de uma parte do corpo por mais de três meses. O melhor médico a consultar nesse caso é o reumatologista - ele é o especialista que está mais apto a fazer um diagnóstico preciso.
Virose: sintomas, tratamento e prevenção
Entenda mais sobre a virose, doença comum que afeta o sistema digestivo, e saiba como tratar seus sintomas
Publicado em 11/01/2011
Thais Harari
Conteúdo do site VIVA!MAIS
Aprenda a tratar os sintomas como dor de cabeça forte, diarreia e vômitos. Foto: Stock Photos
O que é virose?
Primeiro, vale dizer que toda doença provocada por um vírus pode ser chamada de virose. ''É uma maneira genérica de chamar doenças quando não se consegue confirmar o vírus causador'', diz o infectologista Orlando Gomes da Conceição.
Ao se descobrir o vírus, aí, sim, o problema é chamado pela denominação específica: dengue, catapora e herpes são viroses. A gripe também: ''O vírus influenza sofre mutações, por isso pegamos gripe várias vezes na vida'', diz Marcelo Ferreira, da Sociedade Brasileira de Infectologia.
No verão, no entanto, as viroses mais comuns são as gastrointestinais - aquelas que fazem mal ao trato digestivo, causando diarreia e enjoo. É sobre elas que falaremos.
Ao se descobrir o vírus, aí, sim, o problema é chamado pela denominação específica: dengue, catapora e herpes são viroses. A gripe também: ''O vírus influenza sofre mutações, por isso pegamos gripe várias vezes na vida'', diz Marcelo Ferreira, da Sociedade Brasileira de Infectologia.
No verão, no entanto, as viroses mais comuns são as gastrointestinais - aquelas que fazem mal ao trato digestivo, causando diarreia e enjoo. É sobre elas que falaremos.
Quais as mais comuns?
Entre as viroses gastrointestinais que afetam o intestino, o estômago, a boca, o reto e o ânus há dois tipos mais comuns. Conheça-os:
Rotavírus - ''É uma doença disseminada e fácil de ser transmitida. Por isso, raramente alguém chega à idade adulta sem entrar em contato com o vírus'', diz o infectologista Gustavo Johanson. Existe uma vacina para crianças a ser aplicada em duas doses: a primeira aos 2 meses e a segunda, aos 4.
Norovírus - Menos comum que o rotavírus, pode ser contraído em qualquer idade e causar surtos de gastroenterite (acontece quando uma família inteira viaja e todos voltam com diarreia).
Rotavírus - ''É uma doença disseminada e fácil de ser transmitida. Por isso, raramente alguém chega à idade adulta sem entrar em contato com o vírus'', diz o infectologista Gustavo Johanson. Existe uma vacina para crianças a ser aplicada em duas doses: a primeira aos 2 meses e a segunda, aos 4.
Norovírus - Menos comum que o rotavírus, pode ser contraído em qualquer idade e causar surtos de gastroenterite (acontece quando uma família inteira viaja e todos voltam com diarreia).
O que ela provoca?
Todos os tipos de virose gastrointestinal têm sintomas bem parecidos. São eles: diarreia, vômito, mialgia (dores no corpo), dores abdominais e, em muitos casos, febre. Geralmente, o doente sente tudo isso durante um período de três a cinco dias. Vale dizer que a virose pode, sim, ser grave, já que vômitos e diarreia excessiva levam a quadros de desidratação. Por isso, é importante beber muito líquido - principalmente as crianças, que sofrem ainda mais com a perda de água do corpo.
Como ocorre o contágio?
Qualquer um é suscetível a ser infectado por viroses, principalmente através do contato com outras pessoas e secreções. Aliás, as doenças virais estão presentes ao longo de todo o ano. No inverno, elas se espalham pelo ar, pois todos tendem a ficar em espaços fechados.
No verão, o maior risco de contaminação está na ingestão de alimentos ou água contaminada. "Também há disseminação do vírus através de meios aquáticos, como mar, piscinas e lagoas", explica o infectologista Jean Gorinchteyn. Isso acontece porque muita gente libera secreções na água, como fezes,e basta alguém engolir um pouco dessa água para pegar o vírus.
No verão, o maior risco de contaminação está na ingestão de alimentos ou água contaminada. "Também há disseminação do vírus através de meios aquáticos, como mar, piscinas e lagoas", explica o infectologista Jean Gorinchteyn. Isso acontece porque muita gente libera secreções na água, como fezes,e basta alguém engolir um pouco dessa água para pegar o vírus.
Como devo tratar? Receita de soro caseiro
O tratamento contra a virose gastrointestinal deve ser sintomático (trata os sintomas). Tome analgésico para dor no corpo e antitérmico em caso de febre - conforme a orientação médica! O essencial mesmo é hidratar-se, tomando bastante líquido - água e água de coco são boas opções.
Em casos de diarreia intensa, com risco de desidratação severa, o ideal é tomar o soro. É possível comprá-lo em farmácias ou fazê-lo em casa.
Receita de soro caseiro: 1 litro de água filtrada ou fervida, 1 colher (sopa) de açúcar, 1 colher (chá) de sal. Misture tudo e beba. O sabor deve ser parecido com o da lágrima, ou seja, nem doce nem salgado.
Em casos de diarreia intensa, com risco de desidratação severa, o ideal é tomar o soro. É possível comprá-lo em farmácias ou fazê-lo em casa.
Receita de soro caseiro: 1 litro de água filtrada ou fervida, 1 colher (sopa) de açúcar, 1 colher (chá) de sal. Misture tudo e beba. O sabor deve ser parecido com o da lágrima, ou seja, nem doce nem salgado.
Como posso prevenir?
1. Tome cuidado ao se alimentar. Não tome água ou compre alimentos sem saber a sua procedência.
2. Beba água mineral ou previamente fervida.
3. Lave sempre as mãos, principalmente antes das refeições e depois de ir ao banheiro.
2. Beba água mineral ou previamente fervida.
3. Lave sempre as mãos, principalmente antes das refeições e depois de ir ao banheiro.
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